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Expressão da Imaginação

Aqui solto a minha mente, para que ela possa sobrevoar os céus dos sete mares. Não posso especificar ao certo o que vou abordar aqui, pois a vida é tudo menos previsível. Mas fica um pouco e deixa te perder...

Expressão da Imaginação

Aqui solto a minha mente, para que ela possa sobrevoar os céus dos sete mares. Não posso especificar ao certo o que vou abordar aqui, pois a vida é tudo menos previsível. Mas fica um pouco e deixa te perder...

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Mereço esta solidão?

toa-heftiba-257395.jpgO nosso “para sempre” acabou. Acabaram-se os mimos e as brincadeiras, as discussões e os devaneios. De coração partido sigo o meu caminho, sozinha, por onde o vento havia levado a tua companhia. Num sopro forte vindo de um tornado de desentendimentos, o vento levou-te daqui para fora, e eu fiquei sozinha. Por todos os sítios onde passo, olho em todas as direções à tua procura. É doloroso, não só esta solidão, mas tu já não estares mais aqui também. Quando penso nos meus dias mais negros quem me vem à memória és tu. Lembro-me do teu abraço sentido, de como mais ninguém me tinha abraçado daquele jeito, e de como eu olho para o futuro em busca de uma forma para não esquecer de como se abraça assim, mesmo sabendo que a loja de oportunidades fechou. Fechou tal e qual como nós, jamais irá abrir. E é triste dizer isto, que tenho de percorrer um caminho sem ti.

Mas por incrível que pareça finalmente te reencontrei. Fui recebida com uma certa distância, e um olhar jamais presente. Rapidamente me apercebi do mal que te fiz, mas ainda mais rápido absorvi toda essa mágoa que te conduz. Fiquei chateada. Chateada por me chatear por idiotices que nos levaram ao fim da linha. Chateada por tu te teres limitado a ficar a ver e por fim partires sem qualquer justificação. Pergunto-me se foi certo, pergunto-me se foi errado? Deixares para trás o mais puro amor que o meu coração trazia. E foi aí que percebi, no meio de fantasias e charadas, que tu jamais serias digno de todo o meu ser.

 

Photo by Toa Heftiba on Unsplash