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Expressão da Imaginação

Aqui solto a minha mente, para que ela possa sobrevoar os céus dos sete mares. Não posso especificar ao certo o que vou abordar aqui, pois a vida é tudo menos previsível. Mas fica um pouco e deixa te perder...

Expressão da Imaginação

Aqui solto a minha mente, para que ela possa sobrevoar os céus dos sete mares. Não posso especificar ao certo o que vou abordar aqui, pois a vida é tudo menos previsível. Mas fica um pouco e deixa te perder...

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Natureza, conta-me uma história.

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O vento sopra uma melodia agradável. Oiço histórias de amor contadas por serenadas, com o único som de uma guitarra. Lindas as palavras que dois olhares trocam, vindas de corações há muito tempo apaixonados, que jamais pensariam unirem-se finalmente. Quando temos o amor do nosso lado, mas jamais lhe damos o seu devido valor, precisamos de nos perder e sentir o seu vazio para que nos possamos livrar dessa dor.

No meio de sussurros oiço vozes a conspirarem, não são de cá, falam todas as línguas, mas acima de tudo falam a língua do amor. Os pássaros cantam enquanto que o som da chuva vai diminuindo, assim como o soluçar de alguém que pensava tudo já ter perdido. Será bom presságio? Será que finalmente almas separadas à nascença se poderão encontrar de novo e seguir o rumo que sempre lhes pertenceu?

E no meio de tudo isto finalmente percebi a história que me contavam. História que começa onde ela nunca quis saber dele, ela vivia por entre máscaras que não só lhe cobriam a face, cobriam todo o seu ser, mas ele via para além disso. Ele enxergava o seu coração e tudo de bom que o seu ser trazia. O destino trocou-lhes as voltas diversas vezes, foi preciso a vida pregar a ambos o seu maior susto, tirando o chão desta rapariga, que ao perceber que a alma que teriam separado dela era a que estava do seu lado, a correr risco de vida.

E como qualquer outra história, mostram-nos o seu melhor final. No meio da ventania, e de sussurros vindos do céu, dizem-me apenas como ela abre finalmente os seus olhos perante o seu verdadeiro ser, correndo para os braços dele a tempo, ainda, de o ver sobreviver.

Ó amor! Diz-me apenas… Estas histórias que vêm de ti, são apenas tu que inventas? Dá-nos este sabor, a nós, meros mortais, deixa-nos saber que afinal tu nos trazes um final feliz, com os braços livres de custos e cobranças.

 

Photo by Toa Heftiba on Unsplash