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Expressão da Imaginação

Aqui solto a minha mente, para que ela possa sobrevoar os céus dos sete mares. Não posso especificar ao certo o que vou abordar aqui, pois a vida é tudo menos previsível. Mas fica um pouco e deixa te perder...

Expressão da Imaginação

Aqui solto a minha mente, para que ela possa sobrevoar os céus dos sete mares. Não posso especificar ao certo o que vou abordar aqui, pois a vida é tudo menos previsível. Mas fica um pouco e deixa te perder...

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Sobre mim.

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Olá, sou a Helena. Este é o meu espaço, onde me expresso e sossego o meu eu interior. Sou uma pessoa como qualquer outra, com problemas e alegrias, desastres, tragédias, mas também sinfonias de uma vida que não pede nada mais do que ser vivida. Mas se há algo que podem descobrir através deste espaço é o quanto eu gosto de escrever e de partilhar. Procuro conforto em palavras que vagueiam nas minhas entranhas, que procuram uma saída e um caminho a direito. Então eu escrevo, para as soltar de mim mesma, para lhes dar o alento que elas precisam, ou pelo menos, deixo-as tentarem a sua sorte. Nem sempre corre bem, por vezes misturam-se com quem não devem acabando por não fazer sentido algum. Mas no final do dia estou bem comigo mesma porque sei que tentei ajudar. Sei que fiz algo por uma causa maior.

Procuro sempre uma música, uma que naquele momento consiga sussurrar ao meu ouvido. São sempre sussurros para ajudar o que prendo dentro de mim. E no meio da melodia, lá vem palavra por palavrinha, dançando e sapateando até à desejada saída, entrelaçando-se umas com as outras, formando a sua própria coreografia. Talvez seja esta a importância da música para mim.

E no meio de diferentes planetas e fantasias que alimento, aqui estou eu, como sou. E como sou eu? Sou uma moça como qualquer outra, mas única por dentro e por fora. Sou fruto do que me rodeia e do que me rodeou, sempre pronta a ser mais do que fui, e menos do que serei. É difícil eu sei, mas palavras bonitas ficam sempre bem, e dão alento a quem não tem ninguém.

No meio da solidão são as minhas próprias palavras que me acolhem, são elas que me abraçam e aquecem o coração. Porque na vida só temos a nossa pessoa, é a única que se mantém, todo o resto vai e vem. E será por isso que desesperamos? Não sei, mas conheço o desespero. Só me resta chegar a amanhã e continuar a minha viagem chamada de vida, partilhá-la com aqueles que comigo se cruzam, para um dia estar cheia, cheia de tudo, tudo o que uma vida pode dar.

Mas estou aqui para dizer uma coisa mais apenas, que nesta jornada só me procuro a mim, no meio de dores e sofrimentos, sei que um dia encontrarei o meu próprio alento. Não deixo a esperança morrer, por mais que no dia de amanhã o sol não queira brilhar e entrar pela minha janela. Um dia chegará a minha vez. E o meu frágil coração continua à espera. Pois toda a tempestade acaba, e no fim um grande jardim de lindas flores se estenderá por entre os montes.

Não desperdices este espaço de partilha, espero que me acompanhes e que gostes do que lês!

 

Photo by Annie Spratt on Unsplash

 

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